Colunista
Dante Bragatto Neto
Passou o tempo das "vacas magras". A partir de domingo, o Criciúma volta ao convívio dos grandes do futebol brasileiro, na disputa da Série A do Campeonato Nacional, com boas possibilidades de começar bem, pois, dos cinco jogos que tem antes da parada para a Copa das Confederações, três serão em casa, no caldeirão tricolor, onde hoje é muito difícil, creio eu, para qualquer adversário se sair vencedor. O jogo de estreia, domingo, contra o Bahia, é jogo para vencer, pois a situação atual do Bahia não é nada confortável. Depois tem o Internacional, em Caxias do Sul, e o Fluminense, no Rio de Janeiro, com o time carioca dando prioridade à Libertadores. Na sequência, em casa, contra o Santos, sem Neymar, e o Flamengo, sem ninguém.
Força da torcida
Volto a bater na tecla da força da torcida do Criciúma, num estádio que favorece esta condição de participação efetiva do torcedor. O Heriberto Hülse lotado é, hoje, uma arma poderosa contra qualquer adversário. Esta torcida evoluiu muito nos últimos anos, crescendo em número, participação e entusiasmo. Num campeonato tão difícil para um time do interior de Santa Catarina, que enfrentará as maiores forças do futebol brasileiro, os jogos em casa serão fundamentais para garantir sua permanência na elite.
